Gabigol e Neymar escalados como dupla podem representar esperança para que a seleção encante

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Foto: Reprodução

Desde os dois jogos das eliminatórias prévios à Copa América, Gabriel e Neymar estiveram juntos, em campo, por 260 minutos

A expectativa antes do último treino da seleção brasileira para o jogo contra o Equador, pelas eliminatórias, em junho, era de finalmente ver uma dupla de ataque que pudesse reunir dois craques complementares e que servissem para fazer sonhar. Quem sabe… Gabigol como Bebeto e Romário ou como Rivaldo e Ronaldo. Tite, de fato, colocou os dois juntos. Gabriel foi centroavante, num 4-3-3.

Não foram brilhantes, mas foi a primeira vez.

Gabigol e Neymar têm vidas que se cruzam desde que o craque o PSG estava no Santos e definia-se que Gabriel seria seu sucessor. Não por ter o mesmo futebol, mas por ter gol até no apelido. “Ele sabe marcar”, dizia um diretor do Santos, pouco antes de Gabigol estrear numa partida oficial. Entrou no lugar de Henrique Dourado e formou dupla com Neymar nos 21 minutos finais do empate por 0 x 0 contra o Flamengo, em 2013, em Brasília.

Cruzaram-se em festas, Gabigol namorou a irmã de Neymar, consolidou-se como o melhor jogador em atividade no país desde 2019, como seu parceiro sentou-se nesse trono entre 2009 e 2013. Mas faltam os dois brilhando como dupla de ataque da seleção.

Mesmo que, desde aquele treino em Porto Alegre, Tite os tenha escalado juntos por 260 minutos. Gabigol disputou os primeiros 75 contra o Equador, os últimos dez contra o Paraguai, os últimos 26 contra a Venezuela, o primeiro tempo contra o Peru, os últimos catorze contra a Colômbia e os últimos 15 da final da Copa América, derrotapara a

Foto: Reprodução. Neymar cobra a falta, Domínguez sai mal e Gabigol fura na finalização, aos 25′ do 1º T

Depois, Tite escalou os dois em Santiago. Gabigol saiu aos 32 do segundo tempo, depois de começar como segundo ponta-de-lança e precisar fechar o espaço defensivo do lado direito, para que Danilo pudesse ser menos ala e mais lateral, em linha de quatro.

A função tática não deu certo e se esperou que funcionasse contra a Argentina, quando Tite pareceu montar um 4-4-2, com Gabigol e Neymar como dupla ofensiva. Com a repetição confirmada da formação que só pôde ficar em campo por cinco minutos contra os argentinos, a expectativa aumenta. Gabigol e Neymar juntos, como dupla de ataque.

Se Neymar estiver bem e Gabigol livre, pode ser finalmente a chance de ver dois jogadores encantarem em uma seleção que tem sido muito precisa e pouco brilhante.

Por: BOG DO PVC

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