Pré-Candidaturas: como acontecem? como se financiam?

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Pré-Candidaturas: como acontecem? como se financiam?. Foto: Reprodução

Escritório digital sobre os passos dos pré-candidatos os primeiros passos para não tropeçar pelo caminho

A primeira coisa a ser verificada pela campanha é a idoneidade do candidato, buscando sempre pessoais com moral verdadeira e com boa reputação social.

Pré-candidatos que tenham pendências eleitorais passadas, mesmo que ainda não transitado em julgado, podem ter dificuldades para homologar suas candidaturas.

A segunda coisa a ser verificada é se o candidato teve alguma pendência criminal no âmbito eleitoral ou cível, que será outro impecilho para que sua campanha seja validada pelo TSE.

Até se chegar no RCC ( Registro do Candidato), o cidadão é totalmente avaliado, moral, civel e criminalmente, onde diversos órgãos perscrutam totalmente a vida do pré-candidato.

Após a etapa de levantamento social, o candidato poderá já liberar sua vaquinhas virtuais caso seja uma campanha simples, ou mesmo coletar doações, sempre respeitando o máximo de R$1000,00 para cada uma pessoas físicas.

A empresa que faz as coletas de doações deverá ser homologada pelo TSE, para que seja um sistema mais confiável, que no caso faça o dinheiro chegar até as mãos do candidato em tempo hábil para utilizar na campanha, que será mais curta.

Finalmente, após conseguir sobreviver à todas as etapas, ainda o pré-candidato deverá ser aprovado pelo partido inteiro, dentro das convenções partidárias, que em partidos grandes acontecem em eventos de bastante visibilidade. Já nas legendas nanicas, há um pouco menos de transparência, pois tudo fica centralizado nos caciques partidários.

É muito difícil viabilizar uma campanha séria no Brasil atual, sem apoios e sem coligações, mas o país está avançando nos cumprimentos de leis internacionais de transparência e governança. Mas dentro dos partidos há o princípio da autonomia constitucional, que dificulta qualquer modernização. O melhor jeito de fazer a transformação é mesmo através do voto, mas consciente.

H. Mendes/Representante-Legal

Fonte: Noticias – jusbrasil

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